segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Oxóssi: Orixá Regente de 2026


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Entre os ecos das areias do tempo, na percepção do sopro dos mitos e o silêncio da floresta, neste vídeo, vamos percorrer as origens que delineiam o arquétipo universal regente do ano em questão.  

O tempo não é apenas uma sucessão de dias: é um rio mítico que arrasta consigo não só os fatos, mas também os símbolos que se infiltram na memória coletiva como raízes invisíveis. Cada ciclo que se abre é como uma clareira na mata; um espaço de revelação, onde o humano reencontra o sagrado. Assim como os impérios se erguem e desmoronam, deixando ruínas que se tornam sementes para civilizações futuras, também os ciclos espirituais se renovam, trazendo novas forças que guiam o destino da humanidade. 

Na antiguidade, os caldeus, habitantes da fértil Mesopotâmia, ergueram seus olhos ao céu e, como se fossem orientados por inteligências superiores, desenharam mapas de estrelas como quem decifra o rosto dos deuses. Trouxeram grande influência na Mesopotâmia e, além de estabelecerem um poderoso império, legaram à humanidade grandes avanços na astronomia e astrologia, demonstrando uma profunda sabedoria e uma notável capacidade de organização do conhecimento. Sua paixão pelos mistérios do cosmos e seu esforço em decifrá-los os tornaram verdadeiros pioneiros da observação e do estudo dos astros. Criaram a Estrela dos Magos; uma estrela simbólica de sete pontas, onde astros e divindades se entrelaçavam ao ritmo dos dias e dos anos. Para eles, o início de um ciclo não era apenas cronológico: era um pacto espiritual. O astro que regia o primeiro dia do ano, tornava-se guardião de todo o período, imprimindo sua marca sobre o destino coletivo. 

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Séculos se passaram, impérios se dissolveram como areia ao vento, mas a lógica dos ciclos permaneceu. Somente nas tradições afro-brasileiras do Candomblé e da Umbanda a maneira utilizada para descobrir o Orixá regente é realizada através do jogo de búzios. Esse oráculo ancestral, o Babalorixá ou Iyalorixá pede orientação diretamente ao mundo espiritual. O resultado vale, sobretudo, para o próprio terreiro, influenciando quem participa daquela comunidade.

Porém, seguindo a lógica dos ciclos, em 2026, o calendário se abre em uma quinta-feira, dia consagrado a Oxóssi, o caçador, senhor das matas, guardião da fartura e da sabedoria silenciosa que habita o coração verde do mundo. 

Oxóssi não é apenas um Orixá: é arquétipo, é metáfora viva da busca. Sua flecha é mais que arma: é linha de destino, é seta que atravessa o invisível e aponta para horizontes ainda não revelados. Sob sua regência, 2026 se anuncia como um ano de descobertas, de abertura de caminhos e de aprendizado profundo sobre a relação entre humanidade e natureza. 

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Vejamos a Influência de Oxóssi em Diferentes Campos da Vida:

No campo psicológico, Oxóssi sopra ventos de expansão sobre a mente. Ele convida ao desapego dos velhos padrões e à leveza de quem caminha pela mata sem carregar fardos. Sua energia favorece a intuição, como se cada pensamento fosse uma trilha secreta que conduz ao autoconhecimento. A ansiedade se dissolve no contato com o verde, na meditação que imita o silêncio das árvores, nas práticas que ampliam a consciência. É um tempo fértil para quem deseja ressignificar crenças e abrir espaço para o novo.

No campo profissional, o caçador observa antes de lançar sua flecha. Assim será 2026: um ano de paciência estratégica, de visão ampla e de ação precisa. O mercado se abre em clareiras de criatividade, inovação e sustentabilidade. Profissionais que souberem unir racionalidade e intuição colherão frutos mais abundantes. É também um tempo de aprender a valorizar os recursos, como quem respeita cada fruto da mata, evitando desperdícios e honrando a abundância que já existe.

No campo afetivo, Oxóssi rege o coração com a liberdade da floresta. O amor sob sua regência é vasto, misterioso, cheio de descobertas, ensinando como caminhar por trilhas desconhecidas. Relações que já não florescem podem se dissolver, abrindo espaço para vínculos mais autênticos, enraizados no respeito e na verdade. Oxóssi rege o coração com liberdade e autenticidade. Nos relacionamentos, sua influência favorece encontros que expandem a alma e trazem crescimento mútuo, sem aprisionar o outro. O amor sob Oxóssi é como a floresta: vasto, misterioso e cheio de descobertas. Relações desgastadas podem se dissolver, dando espaço a novas conexões mais alinhadas com a essência de cada indivíduo.

No campo da Saúde, Oxóssi é o guardião da cura pela natureza, inspirando práticas que devolvem ao corpo sua vitalidade original. Alimentação natural, contato com o verde, exercícios que unem movimento e respiração: tudo isso será fonte de equilíbrio. É um ano propício para terapias integrativas, para a fitoterapia e para o reencontro com a medicina ancestral. O estresse deve ser combatido com pausas conscientes, como quem repousa à sombra de uma árvore e escuta o canto invisível da floresta.

Como filosofia e busca do sentido da vida, Oxóssi nos ensina que viver é decifrar símbolos. Cada ser humano é um arqueiro em busca de alimento espiritual, de caminhos de realização. Sua flecha aponta para o equilíbrio entre progresso e preservação, entre liberdade e responsabilidade, entre desejo e sabedoria. A verdadeira abundância não está apenas na conquista material, mas na capacidade de reconhecer a riqueza que já nos cerca: o saber, os vínculos, a própria jornada. 

Sob sua regência, 2026 será um ciclo de expansão e reconexão. Oxóssi nos guia para mirar alto, mas também para ouvir o silêncio da mata, lembrando que o caminho cotidiano é tão sagrado quanto o destino que pretendemos chegar. O futuro é sempre uma caçada pela verdade interior, e aqueles que percebem esse chamado oculto encontrarão um ano de aprendizados profundos e de comunhão com a verdadeira essência da vida.

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Invocação ao Orixá:

Oxóssi, senhor das matas, arqueiro do invisível, guia meus caminhos em 2026. 

Que tua flecha me ensine a mirar metas certeiras, mas também a ouvir o silêncio da minha floresta interior. 

Que as exalações da tua exuberante floresta sagrada possam me revelar que o caminho diário é tão importante e sagrado quanto o destino que eu almejo alcançar. 

Que tua presença me lembre que o futuro é sempre uma busca pela verdade interior. 

Assim, 2026 não será apenas um ano: será rito, será oferenda, será expansão. 

Oxóssi nos chama, e quem ouvir seu canto oculto encontrará liberdade, sabedoria e abundância. 

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domingo, 14 de dezembro de 2025

Terapias Energéticas

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 Somos seres espirituais constituídos de pura energia que se encontra em constante vibração. Portanto, cada pensamento e emoção é um elo que nos conecta a diferentes frequências vibratórias, moldando nossa interação com pessoas e ambientes. Desde o nascimento, recebemos influências energéticas, algumas positivas outras negativas e, isso tudo se acumula ao longo da vida familiar, nos períodos escolares, em nosso intercâmbio com os amigos, na troca afetiva e nas experiências sociais. 

Essas trocas vibracionais podem nos fortalecer ou gerar desequilíbrios. Quando não há sintonia, criam-se marcas emocionais que se traduzem em bloqueios: traumas, dores físicas, ansiedade, depressão, insegurança e baixa autoestima. Esses estados emocionais, ao longo do tempo criam nódulos energéticos que podem limitar nossa vitalidade e obscurecer nosso fluxo natural, atraindo obstáculos diversos ao longo do caminho. 

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Por outro lado, quando nosso fluxo energético flui livremente, sentimos prazer pela vida, confiança em nós mesmos e gratidão pelo que recebemos da existência. Essa harmonia atrai oportunidades e abre espaço para o crescimento pessoal. Estar bem é estar em equilíbrio vibracional. 

Sabemos que os tratamentos médicos convencionais são importantes para a manutenção da saúde física e um eficaz alívio de dores agudas, mas, não é só a nossa saúde física que sofre complicações, nossa saúde energética também pode sofrer oscilações e baixas conforme enfrentamos diversas situações ao longo da vida.

Nesse caso, as terapias energéticas surgem como instrumentos que podem trazer alívio e restabelecimento energético, trazendo de volta nossa alegria e bem-estar. Técnicas como Apometria para remover energias intrusas e reintegração energética, Reiki para reequilibrar o corpo sutil, Feng Shui para harmonizar ambientes, Radiônica para limpar energias negativas e estabilizar nosso equilíbrio, Litoterapia para restabelecer nosso magnetismo natural através da utilização de pedras e cristais, Fitoterapia e florais para prevenção de doenças e potencialização das nossas defesas naturais, tratamentos com frequências sonoras para elevar nossas vibrações, são recursos que atuam diretamente de maneira positiva e podem ajudar no equilíbrio do nosso campo vibracional, liberando emoções, crenças limitantes e tensões que aprisionam nossa energia vital. 

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Além disso, ao nos abrirmos para uma consulta terapêutica, acessamos insights do inconsciente e reencontramos respostas que sempre estiveram dentro de nós e, que talvez, não estivéssemos receptivos para perceber de forma clara e concisa. Portanto, ao nos alinharmos com nossa essência natural, nossa percepção pode ser ampliada e, essa condição pode nos guiar para escolhas mais acertadas, trazendo maior plenitude e sucesso pessoal. 

Assim, agendar uma terapia energética antes de decisões importantes é permitir que a vida se alinhe com nossa essência. O sucesso, então, deixa de ser fruto do acaso e passa a ser consequência natural do nosso estado vibratório em equilíbrio. 

Se somos seres constituídos de vibrações, então
cada emoção é um pulso que nos conecta ao universo.
Quando o fluxo energético se congestiona, surgem dores, medos e bloqueios. No entanto, quando circula livremente, florescem confiança, gratidão e plenitude.

Dessa maneira, as terapias energéticas atuam de forma eficaz sobre os chacras e, ao alinhar esses portais magnéticos, podemos sentir uma liberação de energias intrusas que vinham nos aprisionando, permitindo, assim, uma liberação gradativa dos nossos melhores potenciais.

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Assim, equilibrar energia é reencontrar o próprio centro interior.

É transformar dores em aprendizado, e desequilíbrios em expansão de consciência. Enfim, é viver em sintonia com a nossa própria essência.

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sábado, 13 de dezembro de 2025

Wilhelm Reich e a Bioenergia

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A bioenergia pode ser compreendida como o sopro invisível que anima a vida, a corrente vital que atravessa corpo e mente, unindo-os em um mesmo tecido de existência. O psiquiatra austríaco Wilhelm Reich (1897-1957), na década de 1950, foi um dos pioneiros a investigar essa força, tornando-se o pai da bioenergética ou terapia orgônica. Seu objetivo era ousado: compreender a fonte energética que alimenta tanto o equilíbrio quanto as perturbações psíquicas.

Reich percebeu que existe uma força que pulsa em silêncio, atravessando cada célula, cada emoção, cada gesto humano. Ele denominou essa força de bioenergia — ou energia orgone — a corrente vital que nos sustenta e nos revela.

Mais do que uma teoria, Reich vislumbrou um caminho: compreender o ser humano como um todo indivisível, onde corpo, mente e energia não são partes isoladas, mas fios entrelaçados de uma mesma tapeçaria existencial.

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A visão reichiana

Reich concebia o ser humano como uma unidade indivisível — corpo, psique e energia entrelaçados em um sistema integrado. Sua abordagem terapêutica buscava dissolver bloqueios e restaurar o fluxo natural da energia vital. Os resultados esperados iam além da cura sintomática: envolviam autoconhecimento, liberação física e emocional, expansão do fluxo energético e transformações duradouras nos padrões defensivos e comportamentais.

 Entre luta e repouso

Nos sistemas vegetativos — simpático e parassimpático — Reich viu o palco onde essa energia dança. O primeiro nos prepara para a luta e a fuga, o segundo nos conduz ao repouso e à regeneração. O equilíbrio entre ambos é a arte da vida: demasiado gasto gera exaustão, demasiada inibição gera angústia. A bioenergia é, assim, a música que precisa ser ouvida em harmonia.

A couraça: muralha da alma e a prisão invisível

Reich percebeu que nossas dores emocionais se cristalizam no corpo, formando o que chamou de couraça — uma prisão invisível que guarda emoções não vividas e se organiza em segmentos, do olhar ao ventre, moldando músculos, respiração e até o ritmo do coração. Dissolvê-la é libertar o rio represado da vida, permitir que o fluxo energético volte a correr livre, como águas que reencontram seu leito.

Em suas pesquisas, Reich identificou que os distúrbios emocionais e corporais se refletiam mutuamente numa couraça de bloqueios que aprisionam emoções no corpo se manifestando em sete segmentos — ocular, oral, cervical, torácico, diafragmático, abdominal e pélvico — e provoca alterações musculares, respiratórias, viscerais e hormonais. Dissolver a couraça significava liberar impulsos reprimidos e permitir que a energia voltasse a fluir.

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Energia orgone: o pulso da vida

Reich descobriu no organismo uma energia específica, a bioenergia ou orgone, que circula em sintonia com funções emocionais e fisiológicas. Quando a couraça bloqueia esse fluxo, surgem regiões de carência ou excesso energético, predispondo o corpo a doenças. A terapia orgônica, portanto, atua sobre os sistemas vegetativos — simpático e parassimpático — que regulam o gasto e a recuperação da energia vital. O equilíbrio entre ambos é essencial: o excesso de inibição, por exemplo, pode gerar tensão e angústia.

A energia orgônica não é apenas biológica: é cósmica, primordial, sem massa, presente em todos os seres vivos. É o sopro que nos conecta ao universo, a centelha que nos lembra que somos parte de algo maior. Quando bloqueada, gera desequilíbrios; quando fluida, abre espaço para saúde, expansão e plenitude.

 Caráter e energia

Para Reich, o caráter de cada indivíduo se molda a partir dessas dinâmicas bioenergéticas. Sua proposta terapêutica era analisar tais características e oferecer ao paciente não apenas alívio, mas uma nova condição de vida, mais livre e integrada.

Ele observou o caráter como uma paisagem energética; percebendo que o caráter não é apenas psicológico: é a forma como nossa energia se organiza, como nossas defesas se erguem e como nossas emoções se expressam ou se escondem. A terapia orgônica busca revelar essa paisagem interior, oferecendo ao indivíduo não apenas um restabelecimento harmônico, mas a possibilidade de renascer em si mesmo.

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A energia cósmica primordial

O termo orgonoterapia surge quando Reich funda o Instituto Orgon, consolidando sua descoberta: a energia orgônica, vital e sem massa, presente em todos os seres vivos, expressão da energia cósmica primordial. Quer seja denominada como bioenergia ou orgone, a ideia central permanece: uma terapia que busca restabelecer o fluxo energético saudável, unindo fisiologia e psique em um mesmo horizonte de cura e expansão.

Em essência, a bioenergia é a linguagem silenciosa da vida. Ao escutá-la não apenas como força biológica, mas como ponte entre corpo e espírito, entre o visível e o invisível, podemos sentir sua presença.

Assim, Bioenergia é o fio invisível que nos liga ao cosmos, a respiração secreta da vida. Reich nos convida a olhar para dentro e perceber que cada bloqueio, cada couraça, é também uma oportunidade de libertação. A terapia orgônica é, portanto, um caminho de retorno: ao corpo, à emoção, à energia primordial que nos habita e nos transcende.

Como é uma sessão de terapia bioenergética?

 O ambiente

Ø Geralmente acontece em um consultório tranquilo, com espaço para se movimentar.

Ø O terapeuta cria um clima de acolhimento, onde o paciente pode se sentir seguro para se expressar.

 O que acontece na prática?

Ø Respiração guiada: o terapeuta conduz exercícios de respiração profunda para aumentar a consciência corporal e liberar tensões.

Ø Movimentos e posturas: podem ser usados alongamentos, vibrações, pequenos exercícios físicos que ajudam a soltar músculos rígidos.

Ø Expressão emocional: durante os exercícios, emoções podem emergir — choro, raiva, riso. O terapeuta incentiva que sejam vividas sem julgamento.

Ø Diálogo: há espaço para conversar sobre o que foi sentido, conectando corpo e mente.

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 O que você pode sentir?

Ø Relaxamento físico imediato, como se tivesse tirado um peso dos ombros.

Ø Mais clareza sobre sentimentos que estavam escondidos.

Ø Energia circulando melhor — sensação de vitalidade, calor ou leveza.

Ø Mudanças graduais no comportamento: menos tensão, mais espontaneidade e autenticidade.

 Para que serve?

Ø Reduzir ansiedade e angústia.

Ø Melhorar a respiração e a consciência corporal.

Ø Liberar emoções reprimidas.

Ø Ajudar na construção de relações mais saudáveis.

Ø Promover bem-estar e autoconhecimento.

 Em resumo:

Na prática, a terapia bioenergética é como uma ginástica da alma: você respira, se movimenta, sente, expressa e conversa. Aos poucos, vai soltando bloqueios e reencontrando o fluxo natural da sua energia vital.

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