domingo, 27 de julho de 2025

O Guardião do Umbral: O Portal Interior da Iniciação

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 No caminho esotérico, o despertar espiritual se inicia pelas percepções do corpo vital, composto por quatro éteres; dois superiores (Luminoso e Refletor) e dois inferiores (Químico e de Vida). É nesse plano que começa a jornada além do mundo físico comum, exigindo o contato, as percepções e o enfrentamento das provas propostas por uma figura arquetípica, simbólica e poderosa: o Guardião do Umbral.

Como se processa a travessia dos Testes Interiores? 

Bem, aquele que aspira tocar os reinos sutis precisa enfrentar seus próprios medos, limitações e sombras; aspectos que o Guardião representa. Essa travessia é um mergulho profundo no processo de autotransformação. Vencer os desafios psíquicos impostos por esse arquétipo conduz o buscador ao acesso de uma sabedoria que transcende o intelecto, e que pode ser aplicada na vida diária com discernimento e equilíbrio.

Provas Astrais e Despertar da Kundalini: 

Antes que a Kundalini, a serpente ígnea do poder oculto, desperte, o aspirante é posto à prova no plano astral por meio de intensos testes emocionais. A chave para superá-los está na compreensão de que tudo é transitório e ilusório. O verdadeiro valor está na vontade persistente de dissolver essas ilusões e alcançar o núcleo do ser.

O Guardião como Guia e Guardião Mágico: 

Ao ser invocado com respeito e humildade, o Guardião não só testa, ele orienta. Atua como conselheiro em práticas psíquicas, participa de rituais de purificação e estabelece um elo verdadeiro com as forças sutis da natureza. Mas atenção: enfrentar esse ser sem preparo pode levar à perda de energia, desequilíbrio emocional ou até provocar danos físicos. Somente os dignos seguem adiante.

Espelhos da Alma: Provas do Caminho Iniciático. 

Cada desafio proposto pelo Guardião espelha os complexos mais íntimos e as formas-pensamento geradas ao longo das encarnações. Esses “fantasmas emocionais”: medo da solidão, carências, hábitos escravizantes, resistem à dissolução. O aspirante deve confrontá-los com coragem e presença de espírito. Essas provas podem ocorrer até três vezes; a reprovação constante pode representar a exclusão deste caminho na atual existência.

Dimensões e Poder Psíquico: 

Do mundo físico (primeira à terceira dimensão) ao corpo vital (quarta) e aos corpos astral e mental (quinta), a iniciação ocorre quando a força da Kundalini é despertada. Tal energia só é concedida àqueles que demonstram, na prática, coragem, ousadia e determinação para prosseguir. Pois, como diz a tradição: a verdadeira medida da vontade é sua resistência à provação.

Desenvolver poderes psíquicos é uma jornada de autoconhecimento, sensibilidade energética e prática constante. Aqui estão alguns exercícios práticos que você pode incorporar ao seu dia a dia para despertar e fortalecer suas habilidades:

1. Meditação Diária:

Silencie a mente e foque na respiração.

Visualize luz entrando pelo topo da cabeça e preenchendo seu corpo.

Use mantras como “Eu sou luz” ou “Eu sou consciência” para elevar a vibração.

Medite pelo menos de 10 a 20 minutos diariamente para limpar bloqueios mentais e emocionais.

2. Ativação do Terceiro Olho:

Feche os olhos e concentre-se no ponto entre as sobrancelhas.

Imagine uma luz violeta pulsando nesse local.

Visualize esse “olho” se abrindo e expandindo sua percepção.

Pratique por alguns minutos e anote qualquer imagem, sensação ou pensamento que surgir.

3. Psicometria:

Pegue um objeto pessoal de alguém (anel, chave, foto).

Segure-o nas mãos, feche os olhos e tente captar impressões: emoções, imagens, histórias.

Anote tudo sem julgar. Depois, compare com informações reais sobre o objeto ou dono.

4. Leitura de Auras:

Observe alguém contra um fundo branco e relaxe o olhar.

Tente perceber cores ou luzes ao redor do corpo.

Pratique com plantas e animais também, eles têm campos energéticos mais sutis.

5. Desenvolvimento da Intuição

Antes de tomar decisões, pergunte a si mesmo: “O que minha intuição diz?”

Mantenha um diário intuitivo: registre palpites, sonhos, sensações e veja se se confirmam.

Confie na primeira impressão, ela costuma ser a mais pura.

6. Exercícios com Elementos Naturais

Caminhe descalço na terra para se conectar com a energia telúrica.

Observe o fogo de uma vela e tente “dialogar” com sua energia.

Escute o som da água corrente e perceba como ela afeta seu estado emocional.

7. Visualização Criativa

Imagine-se em um templo de luz, recebendo ensinamentos de um guia espiritual.

Crie cenários mentais e explore-os com todos os sentidos.

Isso fortalece a clarividência e a capacidade de acessar planos sutis.

Essas práticas podem ser adaptadas conforme sua sensibilidade e interesse.

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terça-feira, 22 de julho de 2025

Eshu: O Guardião das Encruzilhadas da Consciência

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 Neste artigo vamos adentrar numa visão filosófica e esotérica para tentar conceber as teceduras ocultas do Orixá Eshu através dos saberes ancestrais, com pitadas da neurociência aliadas aos arquétipos espirituais através de uma narrativa profunda e simbólica.

As fronteiras da mente não são fixas, são rios que fluem entre emoção, cognição e mistério. A Neurociência, em sua dança com o invisível, revela que não somos apenas razão. Nossas decisões emergem da fusão entre o sentir e o pensar, entre o impulso inconsciente e a reflexão consciente. Quando nos deparamos com escolhas, o cérebro aciona seu teatro interno: o córtex pré-frontal, maestro da decisão; o córtex visual, criador de imagens e símbolos. Pensamentos ocultos borbulham sob a superfície, revelando que a ação humana nasce, antes de tudo, de movimentos internos invisíveis.

E é nesse território profundo que a filosofia de Sócrates sussurra: "Conhece-te a ti mesmo." O filósofo da dúvida nos ensina que o saber verdadeiro não está no acúmulo das informações, mas no questionamento daquelas que vem ao nosso encontro. Sua maiêutica não oferece respostas, mas acende lanternas no labirinto interior de cada ser. O autoconhecimento, então, se revela como arte de decifrar a própria alma, reconhecer desejos, valores, forças e fragilidades. É aceitar que mudar é mais que transformação: é renascimento.

E quando essa sabedoria interior gera autogestão emocional, você deixa de ser refém de suas tormentas. Aprende a lidar com os próprios vulcões e mares calmos, alcançando uma destreza social que é ponte entre o eu e o outro. É nisso que se alinham os saberes ancestrais e esotéricos, especialmente na figura mítica do Orixá Eshu.

Na cosmogonia Yorubá, Eshu é a centelha do movimento, o sopro que desvia o curso do rio, o mensageiro entre mundos. É ele quem rompe a inércia, instaura a dúvida e aponta direções. Sua morada simbólica é a encruzilhada, o espaço sagrado onde toda escolha exige renúncia e toda ação gera destino.

Mais do que uma entidade externa, Eshu representa o dinamismo psíquico que antecede o gesto. Ele é o arquétipo que nos visita quando refletimos sobre os caminhos possíveis e decidimos, intuitivamente, qual portal devemos abrir. Cada ação tomada sob sua regência reverbera nos ciclos do tempo: nascimento, ápice, dissolução, sem questionamentos morais, apenas gerando movimento.

Eshu não impõe o caminho: ele oferece possibilidades. É o reflexo da alma que questiona antes de agir, que compreende antes de partir. Honrá-lo é reconhecer que a escolha, esse momento entre passado e futuro, é divina, complexa e inevitavelmente humana. Eshu é o Mestre das Encruzilhadas Internas e Guardião do Movimento Cósmico.

Na tessitura invisível da existência, onde o silêncio toca o infinito, brota uma sabedoria ancestral que dança entre os véus da razão e os suspiros do espírito. A vida, como um tabuleiro de forças arquetípicas, nos convida diariamente a escolher caminhos, e em cada decisão pulsa o mistério.

O Orixá Eshu, na tradição Yorubá, é mais do que um símbolo religioso: é o arquétipo primordial do movimento, da dúvida e da transformação. Para a neurociência o cérebro humano é um oráculo da matéria, uma catedral de impulsos e circuitos que traduzem emoções em ação. Estudos apontam que decisões não são fruto apenas de cálculo lógico; são filhas do inconsciente. Quando estamos diante de uma bifurcação existencial, os reinos internos se ativam: o córtex pré-frontal e o córtex visual atuam como sacerdotes que convocam visões, sentimentos, intuições. Imagens simbólicas, lembranças e impulsos ecoam como cânticos invisíveis em nossos pensamentos mais íntimos. E, ao fim, o que emerge como decisão consciente já foi abençoado pela sombra inconsciente. Eis aí o espaço onde Eshu se manifesta. Ele é o Guardião das Encruzilhadas, não apenas as físicas, mas sobretudo as psíquicas. Toda decisão importante atravessa seu domínio.

Ao encarar o dilema entre o “sim” e o “não”, entre o velho e o novo, entre o medo e o impulso, estamos sob sua regência. Seu espírito é movimento, ambiguidade, abertura de portais. Ele é aquele que pergunta antes que você fale, aquele que planta a dúvida antes do passo.

Na filosofia grega, Sócrates ecoa como irmão de Eshu: incômodo e provocador. Sua arte da maiêutica, o parto da alma, não traz respostas, mas desestabiliza certezas. Aprender, segundo ele, é desaprender o que não nos serve mais. Eshu e Sócrates são faíscas de um mesmo fogo: o do despertar. Ambos nos convidam a encarar nossas próprias encruzilhadas, e não apenas a escolher, mas a compreender o que nos leva à escolha.

O autoconhecimento, nesse cenário, é mais do que uma ferramenta psicológica, é uma iniciação mística. Reconhecer as próprias emoções, desvendar motivações ocultas, entrar em contato com os próprios valores e medos: tudo isso é ritual.

Quem se conhece profundamente invoca Eshu com sabedoria, pois sabe que cada caminho aberto exige responsabilidade, e cada porta fechada é aprendizado. Quando esse mergulho interior se transforma em autogestão emocional, nasce uma nova alquimia: a capacidade de lidar com a própria sombra, de equilibrar paixões sem se perder nelas. 

Através de um contato íntimo com Eshu você se reconcilia com suas contradições e, assim, se torna um mago social, capaz de se conectar com o outro por meio da empatia e da verdade. Surge então a destreza social, não como habilidade técnica, mas como sacerdócio relacional.

Eshu, nesse contexto, torna-se um símbolo vivo de uma transformação psíquica e espiritual. Ele não é bom nem mau: é o que é necessário. Representa o impulso divino que quebra padrões, que nos convida a sair da zona de conforto para habitar o desconhecido. O tempo sob sua regência é cíclico, espiralado, sem moralidade linear. Ele ensina que toda escolha contém o germe da mudança, e que o caos é precursor da ordem mais elevada. Honrar Eshu é honrar o mistério. É compreender que, antes de qualquer passo na realidade, há um movimento invisível dentro de nós. É aceitar que somos feitos de encruzilhadas, de dúvidas que fertilizam e, de escolhas que libertam.

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sábado, 19 de julho de 2025

Em Sintonia com a Lua Minguante: O suspiro do céu antes do silêncio!

 

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 Em Sintonia com a Lua Minguante:

O suspiro do céu antes do silêncio.

Que tal mergulhar no mistério da Lua Minguante com um toque de poesia e introspecção?

Quando a Lua começa a apagar seu brilho, feito vela ao vento, entramos em uma fase de recolhimento. A Lua Minguante não clama por festa ou movimento, ela sussurra. É o convite sutil à introspecção, à faxina emocional, ao descanso dos excessos que o ciclo lunar abandonou.

Sintomas favoráveis:

Surge a vontade de desacelerar e reorganizar prioridades.

A mente tende a buscar quietude e soluções mais intuitivas.

Há mais facilidade para abandonar padrões, vícios ou relações que não servem mais.

É um bom momento para Detox do corpo, da casa e até da alma.

Sintomas desfavoráveis:

Sensação de cansaço sem motivo aparente.

Emoções sombrias podem vir à tona: melancolia, insegurança, impaciência.

Dificuldade de foco ou motivação para tarefas externas.

Tendência ao isolamento ou conflitos internos.

Mas nada disso é bom ou ruim em essência, é parte do fluxo. A Lua não minga para punir, mas para nos ensinar a valorizar o silêncio e a renovação. É ela que nos mostra que até o brilho mais intenso precisa de pausa para renascer.

É tempo de recolhimento, reflexão, limpeza, encerramento emocional e recomeço interno. Hora de soltar, perdoar, limpar e descansar. Representa desapego. Onde tudo que não vingou deve ser entregue ao tempo. Na astrologia, a Lua minguante é regida pela sabedoria. É uma fase Ideal para:

Práticas de autocuidado e descanso;

Encerramentos simbólicos;

Desintoxicação física, emocional e energética.

Se ocorrer em Signos de Fogo: Áries, Leão e Sagitário haverá tendência a resistir ao recolhimento, mas traz benefícios ao desacelerar. É um bom momento para revisar atitudes impulsivas e liberar frustrações.

Em Signos de Ar: Gêmeos, Libra e Aquário é um momento adequado para silenciar a mente e filtrar pensamentos repetitivos, pois essa fase favorece o desapego de ideias fixas e padrões mentais desgastados.

Em Signos de Água: Câncer, Escorpião e Peixes é um período excelente para curas emocionais e encerramento de ciclos afetivos, pois a intuição estará aguçada favorecendo os rituais de limpeza energética.

Em Signos de Terra: Touro, Virgem e Capricórnio, é hora de revisar rotinas e hábitos que não funcionam mais. O período favorece organização, faxinas e planejamento do próximo ciclo.

Em signos mutáveis: Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes favorece as mudanças e despedidas.

Em signos fixos: Touro, Leão, Escorpião e Aquário é tempo de desapego.

Rituais adequados para a Lua Minguante:

Energias envolvidas: desapego, introspecção e cura.

Objetivo: Limpeza e Encerramento

Carta de liberação: 

Escreva uma carta listando hábitos, sentimentos ou relacionamentos que você deseja abandonar. Após escrever, queime com cuidado (em segurança!) ou rasgue simbolicamente. 

Esse ritual ajuda a concretizar o desapego emocional.

Ritual do papel queimado: escreva tudo o que deseja abandonar. Queime com segurança e sopre as cinzas ao vento.

Banho de limpeza energética: 

Prepare um banho com sal grosso, folhas de alecrim, lavanda ou sálvia. Ao se banhar, visualize tudo o que já não te serve sendo levado pelo fluxo da água. 

Ideal para quem sente cansaço acumulado ou quer cortar vibrações densas.

Banho de descarrego: use sal grosso, alecrim e lavanda. Tome após o banho normal, do pescoço para baixo.

Organização do espaço físico: 

Doe objetos que não têm mais utilidade, reorganize ambientes com menos elementos. Menos bagunça externa = mais clareza interna. 

A Lua Minguante favorece faxinas físicas e espirituais.

Organização simbólica: limpe gavetas, doe roupas, jogue fora papéis antigos. Isso ajuda a liberar espaço físico e energético.

Silêncio e meditação: 

Reserve momentos de quietude. Medite sobre o que ainda ocupa espaço em você, mas não contribui. Respire e permita-se esvaziar. 

Recomendado para restaurar o foco e ouvir a própria intuição.

Jejum digital: 

Desconectar das redes sociais e excesso de informações pode ser altamente libertador nessa fase. Dê ao seu cérebro o mesmo Detox que oferece ao corpo. 

Excelente para reduzir a ansiedade e reconectar com o presente.

Essa fase pede uma abordagem mais espiritual e reflexiva, como se o Universo nos entregasse um convite para a introspecção.

A Lua Minguante é praticamente um convite silencioso ao mergulho interior e a introspecção nessa fase ganha um brilho todo especial. Aqui vai uma abordagem poética e reflexiva focada apenas nesse aspecto:

A Lua Minguante promove a arte de se voltar para dentro

Na penumbra do céu, quando a Lua apaga aos poucos seu farol, o mundo parece respirar mais devagar. É nesse intervalo entre o cheio e o vazio que nos tornamos espelhos, não para os outros, mas para nós mesmos.

A introspecção na Lua Minguante é como abrir um baú antigo dentro do peito. 

Sentimentos esquecidos emergem, não para nos atormentar, mas para serem reconhecidos. 

Pensamentos correm menos frenéticos. Há espaço para ouvir o que sempre esteve calado.

Benefícios dessa fase de recolhimento:

Reconectar com a própria essência sem distrações externas. 

Aumentar a consciência sobre padrões emocionais e comportamentais. 

Perceber necessidades reais: físicas, afetivas, espirituais. 

Fazer perguntas profundas sem pressa por respostas.

Dicas para ampliar a introspecção: 

Mantenha um diário emocional. Escrever é como conversar com a alma. 

Reduza estímulos: luz, ruído, redes sociais. Silêncio é solo fértil para o autoconhecimento. 

Caminhe sozinho, uma trilha curta ou mesmo dentro de casa. Sinta o corpo presente. 

Faça perguntas sinceras: O que estou carregando à toa? Quem sou quando ninguém está olhando?

Essa é a fase de cultivar o vazio fértil, onde nenhuma ação precisa ser feita, mas tudo pode ser compreendido.

Que tal um momento de pausa profunda guiado pela Lua Minguante? Abaixo está uma meditação guiada que você pode acompanhar lentamente, com respiração consciente e presença total. Recomendo fazê-la em um ambiente calmo, com luz suave, talvez uma música tranquila ao fundo, e, se possível, um aroma de lavanda ou sálvia para amplificar a atmosfera de recolhimento.

Meditação Guiada: Silenciar para Renascer

Respire.

Agora é hora de recolher-se como a Lua que minguando, retorna ao seu próprio mistério.

1.     Encontre seu espaço de silêncio

Sente-se ou se deite confortavelmente. Feche os olhos.

Inspire profundamente... segure por alguns segundos... e expire lentamente.

Sinta o corpo repousar. Sinta o tempo desacelerar.

2.     Conexão com a Lua Minguante

Visualize a Lua no céu escuro, com apenas um fragmento visível.

Essa luz tênue é o espelho do seu momento interior.

Ela não exige brilho. Ela convida ao recolhimento.

Imagine que a energia dela toca sua pele com suavidade, como uma brisa morna.

Respire esse acolhimento.

3.     Desapego consciente

Pense em algo que você está pronto para deixar ir — um pensamento, um hábito, uma mágoa.

Visualize esse algo como uma folha seca.

Agora, veja essa folha sendo levada pelo vento da Lua, sumindo no horizonte.

Você está mais leve.

Respire profundamente três vezes.

4.     Silêncio fértil

Permaneça em silêncio por alguns minutos.

Se pensamentos vierem, apenas observe.

Não lute contra eles.

Apenas esteja presente.

5.     Encerramento e gratidão

Quando sentir que é hora de voltar, mova suavemente as mãos, os pés.

Inspire profundamente uma última vez.

Agradeça à Lua por este momento.

E lembre-se: o que minguou hoje, abre espaço para o que florescerá amanhã.

Que essas elucidações sobre as fases lunares possam iluminar seu caminho. Se você gosta deste tipo de conteúdo, se inscreva no blog, comente, deixe seu like e compartilhe com quem também gosta deste tipo de autoconhecimento ancestral!

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quinta-feira, 17 de julho de 2025

Em Sintonia com a Lua Cheia - Tempo de Criatividade e Emoções Afloradas

 

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Em Sintonia com a Lua Cheia

Tempo de Criatividade e Emoções Afloradas

Nos artigos anteriores abordamos sobre a Lua Nova e Crescente, agora vamos adentrar a Lua Cheia, o momento de transbordar, onde as emoções ficam afloradas, a criatividade em alta e o palco está montado e a culminação emocional é reveladora! A Lua se encontra em sua plenitude de luz e astronomicamente acontece a oposição entre o Sol e a Lua. É tempo de emoção versus razão, consciente versus inconsciente. É a fase da colheita e, muitas vezes, de transbordamento emocional. Nela, tudo fica mais sensível e amplificado, incluindo relacionamentos, sonhos e tensões.

A Lua Cheia é um fenômeno celestial fascinante e cheia de poder mágico por causa do poderoso magnetismo que a Lua exerce sobre nossas mentes e corações. É o momento em que o véu interdimensional se torna mais maleável, onde podemos encontrar maior facilidade para uma conexão magnética mais ampla que pode despertar emoções profundas e acentuação do campo intuitivo e a imaginação, abrindo uma ocasião adequada para os rituais de magia, adivinhação, conexão com o mundo espiritual e as celebrações ritualísticas.

É a melhor ocasião para tomar um banho de ervas, dançar e liberar tudo aquilo que não serve mais. Esta fase sugere evitar decisões impulsivas, celebrar conquistas e liberar o que não serve mais; Os rituais com água e ervas ganham força total.

Para mergulhar neste tema, vamos mais fundo no céu, com uma abordagem astrológica de toques místicos, poético e cheio de camadas para analisar os encantos da lua, sugerindo também alguns rituais específicos, combinando práticas místicas, energéticas e simbólicas para você se alinhar com o ciclo lunar e potencializar sua jornada pessoal.

Durante milênios, nossos ancestrais olhavam o céu buscando respostas e perceberam na Lua uma espécie de bússola espiritual. Ela cresce, murcha, desaparece e reaparece. A astrologia vê a Lua como o espelho da alma: ela rege nossas emoções, intuições, memórias e necessidades instintivas. Ela é a guardiã do nosso mundo interior.

Mas, por que a Lua nos afeta tanto?

A Lua movimenta oceanos e influencia os nossos fluxos internos, tanto mentais, quanto emocionais. Na astrologia, a Lua atua nos oceanos da alma, afetando diretamente nosso humor, instintos e comportamentos emocionais, especialmente em relação ao lar, à maternidade e às nossas raízes. A posição da Lua no mapa natal determina como sentimos, como nutrimos os outros e como nos sentimos seguros. Acompanhar suas fases ajuda a compreender e até alinhar nossa vida emocional dentro do ritmo cósmico.

A Conexão ancestral entre Lua e vida.

A Lua não apenas ilumina a noite; ela pode, silenciosamente, iluminar nossos sentimentos, vontades e decisões.

Você já notou que dorme mal em noites de Lua Cheia?

Ou que as reflexões se aprofundam durante a Lua Nova?

Na busca do autoconhecimento, observar essas variações pode revelar muito sobre seu próprio ritmo biológico e emocional. Manter um diário lunar com seus sentimentos e níveis de energia pode ser o primeiro passo para viver com mais sabedoria.  

Se a Lua Cheia ocorrer em signos de Fogo como Áries, Leão ou Sagitário: favorece a intensidade, dramatização e transformação.

Se a Lua Cheia ocorrer em signos de Ar: Gêmeos, Libra e Aquário, a comunicação estará em alta, mas tenha cuidado com excesso de estímulos, as tensões nos relacionamentos podem surgir; porém, através dos diálogos e acordos a harmonia poderá ser alcançada. Também é um bom momento para grandes insights e revelações sobre o coletivo e, as causas sociais estarão favorecidas.

Se a Lua Cheia ocorrer em Signos de Água: Câncer, Escorpião e Peixes: as emoções estarão à flor da pele; sendo a ocasião ideal para liberar mágoas, experimentar momentos de intensidade emocional e sexual; ocorrendo, assim, transformações profundas, onde a sensibilidade estará extrema e favorece a arte, a espiritualidade e os sonhos lúcidos.

Se a Lua Cheia ocorrer em signos de Terra como Touro, Virgem e Capricórnio: as questões práticas, estruturais e financeiras estarão favorecidas.

Rituais adequados para a Lua Cheia:

Energias envolvidas: intensidade emocional, revelações e celebração.

Objetivos: Culminação e Liberação.

Rituais:

Banho de ervas para liberação: ferva água com Artemísia, jasmim e camomila. Após esfriar, despeje do pescoço para baixo para liberar o que não serve mais.

Água lunar: deixe uma jarra de água com pétalas de rosa branca sob a luz da Lua Cheia. Beba no dia seguinte para absorver sua energia.

Ritual do espelho: olhe-se no espelho à luz de velas e diga em voz alta tudo o que deseja liberar. Em seguida, agradeça e celebre suas conquistas.

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sexta-feira, 11 de julho de 2025

Em Sintonia com a Lua Crescente - Ritual da Prosperidade Financeira

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 No texto anterior abordamos sobre as influências da Lua Nova e seus ritmos, neste artigo vamos adentrar nos fluxos da Lua Crescente para planejar nossas ações aproveitando o máximo desse potencial celeste.

Quando a Lua entra na Fase crescente, ela forma uma quadratura com o Sol. Essa configuração astrológica promove impulsos para agir e fazer os ajustes necessários em projetos que queremos desenvolver. É hora de colocar planos em prática. A energia começa a se movimentar. Surgem oportunidades, e o entusiasmo floresce. É a fase do impulso e da perseverança, pois a Lua começa a mostrar sua luz e astrologicamente representa uma tensão criativa entre intenção e desafio. É um momento ideal para ajustar rotas, manter foco e superar obstáculos iniciais. A Lua Crescente favorece:

Disciplina e constância;

Coragem para manter metas mesmo diante de dúvidas;

Planejamento consciente e execução refinada.

Se a Lua Crescente ocorrer em Signos de Fogo: Áries, Leão e Sagitário, favorece iniciar projetos ousados, em busca de exploração e aprendizado, usando toda criatividade possível para destacar seu carisma, sendo uma ótima ocasião para os estudos e viagens.

Se a Lua Crescente ocorrer em signos de ar: Gêmeos, Libra e Aquário, a comunicação, o diálogo inteligente e os intercâmbios sociais estarão em alta.

Se a Lua Crescente ocorrer em signos de água: Câncer, Escorpião e Peixes, a intuição, a empatia e o acolhimento serão necessários para ter sucesso.

Se a Lua Crescente ocorrer em signos de Terra: isso sugere que o seu foco precisa ser direcionado na segurança e finanças; ideal para estruturar planos e metas de longo prazo, agir de forma prática, produtiva, organizada, estratégica e com disciplina, procurando resolver todo tipo de pendências.

Rituais adequados para a Lua Crescente:

Energias envolvidas: crescimento, motivação e foco.

Objetivos: Momento de Expansão e Ação

Rituais:

Esfoliação energética: prepare um esfoliante com açúcar mascavo, mel e óleo essencial de alecrim. Use no banho para ativar a circulação e renovar a energia.

Vela da potencialização: escreva suas metas em uma vela amarela (de baixo para cima) e acenda com intenção.

Afirmação diária ao acordar: “Eu sou capaz de crescer e conquistar meus objetivos”.

Ritual da Lua Crescente para Atrair Prosperidade Financeira:

A Lua Crescente é o momento ideal para plantar intenções, expandir projetos e atrair abundância. Este ritual é simples, poderoso e pode ser feito por qualquer pessoa que deseje abrir caminhos para o crescimento financeiro.

Materiais necessários:

Uma vela verde (símbolo da prosperidade)

Um punhado de canela em pó

Uma folha de louro

Uma moeda de qualquer valor

Papel e caneta

Um pote de vidro pequeno

Passo a passo do ritual:

Escolha uma noite de Lua Crescente. Encontre um espaço tranquilo onde você possa se concentrar sem interrupções.

Acenda a vela verde com intenção. Enquanto a chama se forma, respire fundo e visualize sua vida financeira florescendo.

Escreva no papel uma afirmação positiva: 

 “Eu atraio oportunidades, abundância e prosperidade com facilidade.”

Coloque o papel dobrado no recipiente, junto com a moeda, a folha de louro e uma pitada de canela.

Segure o recipiente com as duas mãos e diga em voz alta: 

Que a energia da Lua Crescente expanda minha prosperidade. Que o universo conspire a favor do meu crescimento financeiro. Assim é, assim será.

Deixe o recipiente próximo à vela até que ela se apague naturalmente.

Guarde o pote em um local especial, como seu altar, mesa de trabalho ou perto da entrada da casa, onde a energia de abundância possa circular.

Dica extra:

Durante os dias seguintes da Lua Crescente, repita a afirmação escrita sempre que olhar para o recipiente. Isso reforça sua intenção e mantém sua vibração alinhada com a prosperidade.

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domingo, 6 de julho de 2025

Em Sintonia com a Lua Nova - Momentos de introspecção e novos projetos

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 Neste artigo vamos abordar sobre as Influências da Lua e como essas correntes energéticas podem ser utilizadas a nosso favor a fim de alcançarmos resultados positivos. Desde os primórdios da humanidade, a Lua tem sido mais do que um simples enfeite noturno no céu, ela é um símbolo, que contém muitos mistérios. Civilizações antigas observavam seus ciclos para planejar rituais, plantar, colher, meditar, orar e até se apaixonar. Mas, atualmente, será que essa força celeste ainda pulsa dentro de nós?

Para mergulhar neste tema, vamos mais fundo no céu, com uma abordagem astrológica de toques místicos, poético e cheio de camadas para analisar os encantos da lua, sugerindo também alguns rituais específicos, combinando práticas místicas, energéticas e simbólicas para você se alinhar com o ciclo lunar e potencializar sua jornada pessoal.

Durante milênios, nossos ancestrais olhavam o céu buscando respostas e perceberam na Lua uma espécie de bússola espiritual. Ela cresce, murcha, desaparece e reaparece. A astrologia vê a Lua como o espelho da alma: ela rege nossas emoções, intuições, memórias e necessidades instintivas. Ela é a guardiã do nosso mundo interior.

Mas, por que a Lua nos afeta tanto?

A Lua movimenta oceanos e influencia os nossos fluxos internos, tanto mentais, quanto emocionais. Na astrologia, a Lua atua nos oceanos da alma, afetando diretamente nosso humor, instintos e comportamentos emocionais, especialmente em relação ao lar, à maternidade e às nossas raízes. A posição da Lua no mapa natal determina como sentimos, como nutrimos os outros e como nos sentimos seguros. Acompanhar suas fases ajuda a compreender e até alinhar nossa vida emocional dentro do ritmo cósmico.

A Conexão ancestral entre Lua e vida.

A Lua não apenas ilumina a noite; ela pode, silenciosamente, iluminar nossos sentimentos, vontades e decisões.

Você já notou que dorme mal em noites de Lua Cheia?

Ou que as reflexões se aprofundam durante a Lua Nova?

Na busca do autoconhecimento, observar essas variações pode revelar muito sobre seu próprio ritmo biológico e emocional. Manter um diário lunar com seus sentimentos e níveis de energia pode ser o primeiro passo para viver com mais sabedoria. 

A Lua Nova e seus ritmos energéticos:

É hora de silenciar o ruído externo e ouvir a voz interior. Escreva intenções e visualize seus novos desejos. Na astrologia a Lua Nova representa a conjunção entre Sol e a Lua, gerando um campo fértil para semear novas intenções. Quando a Lua não é visível no céu, isso simboliza o recolhimento, silêncio fértil e a preparação invisível.

É o momento ideal para:

Iniciar projetos com intuição e planejamento;

Escrever à mão as intenções de forma clara!

Meditar, visualizar, plantar a primeira semente.

A Lua Nova nos signos de fogo: Áries, Leão e Sagitário, favorecem a coragem e ação assertiva.

A Lua Nova nos Signos de Ar: Gêmeos, Libra e Aquário, favorece boas ideias que surgem no silêncio, assim é importante fazer uma introspecção mental, planejar estudos e projetos criativos, focar nos relacionamentos, manter o equilíbrio emocional, redefinir parcerias, reconectar ideais com causas sociais.

A Lua Nova nos Signos de Água: Câncer, Escorpião e Peixes, é favorável para renovação emocional e familiar, curar feridas do passado, transformações internas, iniciar terapias, conexão espiritual profunda, praticar meditação e visualização criativa.

A Lua Nova nos signos de Terra: Touro, Virgem e Capricórnio, favorece a implantação de projetos que visam a estabilidade material.

Rituais adequados para a Lua Nova:

Energias envolvidas: introspecção, novos começos e planejamento.

Objetivos: Momento de Renascimento e Intenção.

Rituais:

Escrita de intenções: anote em um caderno o que deseja manifestar no novo ciclo. Use frases afirmativas e positivas.

Banho de leite e rosas: misture um copo de leite, as pétalas de uma rosa branca e 3 gotas de óleo essencial de lavanda. Após o banho normal, despeje do pescoço para baixo.

Meditação: nessa fase que a Lua está invisível, sente-se em silêncio, visualize seus desejos como sementes sendo plantadas no escuro fértil da Lua Nova.

Que essas mensagens da Lua Nova possam ser produtivas para você plantar as sementes adequadas no seu trajeto de vida. Como cada fase da Lua possui muitos conteúdos, nos próximos artigos abordaremos sobre as outras fases lunares.

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quinta-feira, 3 de julho de 2025

Ecos Sedutores do Mundo Invisível - A LENDA DOS ÍNCUBOS E SÚCUBOS

Blog-da-Apometria-Gnóstica

 Desde tempos remotos sabemos que o nosso mundo foi construído por meio da participação dos cinco elementos da Natureza: Éter, fogo, ar, água e terra. Assim, além do corpo físico, também possuímos outros corpos menos densos que permitem uma inteiração com outras dimensões de consciência através das nossas vibrações psíquicas e desta forma podemos criar uma ressonância de afinidade com vários tipos de arquétipos e seres interdimensionais.

Em algumas ocasiões podemos estar interagindo com certos tipos de entidades e seres de outras dimensões de forma inconsciente ou até mesmo de maneira consciente por meio de práticas ritualísticas.

Neste artigo vamos abordar sobre um tipo específico de seres que habitam nessas regiões psíquicas.

Você já acordou com a sensação de ter vivido um sonho intenso, sensual, quase real?

E se eu te dissesse que, segundo antigas lendas, pode não ter sido apenas um sonho? Bem-vindo ao mundo dos Íncubos e Súcubos, entidades que atravessam as fronteiras do visível para tocar o mais íntimo da alma humana.

ENTRE SONHOS E DESEJOS, Nas madrugadas silenciosas, o invisível se aproxima.

Conforme o folclore europeu e as tradições esotéricas, os Íncubos, são entidades masculinas e os Súcubos, suas contrapartes femininas. Esses seres são descritos como seres espirituais que visitam os humanos durante o sono. Eles não apenas provocam sonhos eróticos, mas também drenam a energia vital daqueles com quem se conectam. 

A Lenda dos Íncubos e Súcubos, na verdade, retrata desejos inconscientes que se revelam enquanto dormimos. 

Você já despertou com o coração acelerado, suando, como se tivesse acabado de viver uma experiência intensa, porém, impossível de explicar? 

E se eu te contasse que, de acordo com lendas milenares, talvez isso não tenha sido apenas um sonho?

Bem-vindo ao enigmático universo dos Íncubos e Súcubos, entidades que atravessam o véu do invisível para tocar profundamente os desejos humanos mais secretos. 

Entre o Sono, o Desejo e o Sobrenatural. 

Nos silêncios profundos da madrugada, dizem que o invisível sussurra. 

Segundo tradições esotéricas e folclore europeu, os Íncubos (formas masculinas) e os Súcubos (manifestação feminina) são entidades espirituais que se manifestam durante o sono, provocando sonhos eróticos vívidos e, segundo os antigos, sugando a energia vital de suas vítimas. 

Mas o que seriam esses seres? Demônios? Metáforas do inconsciente? 

Ou visitantes de uma dimensão paralela?

Podemos dizer que são Arquétipos do Desejo: Lilith, Nahemah, Hécate, Eros e Afrodite. 

Ao longo dos séculos, diferentes culturas citaram figuras mitológicas que hipnotizam os sonhos dos mortais. Arquétipos como Lilith, Nahemah, Eros, Afrodite e Hécate aparecem em mitologias, doutrinas cabalísticas e tradições ocultistas. 

Mas, o que todos esses arquétipos tem em comum?

Bem, todos representam o mistério da sedução, o poder da paixão e, às vezes, a capacidade de alimentar vínculos psíquicos intensos e perigosos. 

Os praticantes da bruxaria, os adeptos do Xamanismo bem como os estudiosos das Realidades Paralelas sabem que durante a Idade Média, os Íncubos e Súcubos foram demonizados, descritos como seres que se aproveitavam da vulnerabilidade humana. 

Já, na América Latina, tradições xamânicas e práticas de bruxaria adicionaram novos elementos ao mito: rituais, plantas psicoativas, e o uso mágico de substâncias naturais como o Toloache, uma planta de efeito alucinógeno com flores em forma de trombeta, usada para rituais e amarrações amorosas, ressaltando que essas práticas podem provocar sérios riscos à saúde física e mental, e não devem ser replicadas.

Adentrando dimensões Interpenetradas e conexões Invisíveis alguns adeptos de correntes espiritualistas citam que tiveram percepção dessas camadas vibracionais interconectadas por meio de estados alterados de consciência, induzidos pela meditação, sonhos lúcidos, hipnose ou regressão, práticas essas que permitem a sintonia com presenças que vibram em outras frequências.

Essas interações tanto podem ocorrer de forma consciente, através de rituais, projeção astral e desdobramento anímico, ou de maneira inconsciente, por meio de sonhos, traumas emocionais ou pensamentos obsessivos.

E, o que pode ser feito para se proteger dessas influências sutis? 

Bem, seja mito, arquétipo ou verdade energética, é essencial saber proteger seu campo emocional e espiritual. Algumas práticas incluem:

A utilização de banhos energéticos com arruda, lavanda ou alecrim, essas ervas limpam o campo vibracional. 

A prática da meditação e oração, que ajudam a criar uma muralha mental de equilíbrio. 

A utilização de cristais protetores tais como a turmalina negra, ônix e obsidiana. Esses cristais dispersam energias negativas. 

E, principalmente através da busca pelo autoconhecimento, pois quanto mais consciência emocional, menos vulnerabilidade psíquica. 

Agora, tudo isso não passa de um Mito, Verdade ou Reflexo do Inconsciente?

Afinal, essas entidades existem ou são apenas espelhos de nossos desejos ocultos? 

Talvez os Íncubos e Súcubos sejam apenas um lembrete de que nossos pensamentos, emoções e padrões de energia têm mais poder do que imaginamos.

Porque no universo, tudo é frequência. 

E aquilo que alimentamos com atenção, desejo, medo ou obsessão, pode se manifestar. 

Gostou desse mergulho pelo oculto?

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